Engavetando 2011

Que seja doce!

Que ano foi este? Uma série de descobrimentos… Uma série de vendavais! Uma quebra de paradigmas? O país foco perdeu a majestade? Horrores e dissabores…

Que ano foi esse? Um sinal de que o sonho está acabando pra dar espaço há um pouco mais de realidade? Estabilidade emocional das mulheres e guerras internas masculinas. A tragédia da natureza em forma de água, de morte e de líder morto. Um conto de fadas no meio do século 21. O país que criou a democracia, que até hoje é mais usada, quebrou ao meio. O amor humano foi questionado, e as pessoas já não sabem se querem amar porque sentem que talvez nem saibam o que é. Os homossexuais se juntam e os heterossexuais se separam, mas todos ainda querem educar uma criança. O rock cada vez mais eletrônico… O axé, cada vez mais rock(in rio)… O reggae cada vez mais jazz e o jazz deixou de ser berço da música, pra tomar espaço entre os sintetizadores eletrônicos sacudindo corpos na noite.

No meio desse alvoroço, no meio desse furacão que perdemos a noção do que é o começo, o meio e o fim… Estamos no meio? Ou estamos próximo de um novo começo? Ou simplesmente a 2012ª parte de problemas antigos que só se agravam e descobrimento de novos problemas? Coisas boas que se esvaem rápido enquanto outras nascem devagar?
Mas 2012 tem cheiro de coisa nova. Tudo que já existe vai se estender um tanto, todavia, está com cheiro de esperança, de fé. Está com perfume de coisa bonita. ­

Sente? Eu sinto! É um ar novo… É como se fossemos, enfim, correspondidos depois de tantas preces.

Será que em 2012, bocas amargas alcançaram um sorriso? Será que existirá a paciência pelo nascer do sol?

Quantas questões buscam resposta em 2012? Quantas almas querem ser curadas durante o momento solene em que o relógio vai de 23h59 para 00h00?­ Porque a gente tem o hábito de dar a responsabilidade ao ano de nos trazer alegrias e riquezas, não buscamos o que nos faz feliz e completa, e assim, seguimos incompletos.

E exclama-se em discórdia: “Esse ano está uma merda!”. Mas por que o ano? Por que não nós?­ O ano jamais teve culpa, mas as pessoas refletem o ano nelas. Quando elas reclamam do ano… Elas falam delas. ­

E pra 2012, que não busquemos a santidade, e sim, aquilo que nos apazigue o espírito sem destruir o corpo.

E amor. Muito amor.

Cerveja, por favor.

(Escrito por Anny de Souza e Glauber Lopes)

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